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terça-feira, 12 de março de 2013

A ERVA BABOSA

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A Babosa

Por Rosangela Vecchi Bittar

Nome científico: Aloe vera L.

Nomes populares: babosa, erva babosa, caraguaté, aloe.

Planta rica em antraquinonas sendo aloína e a emodina tem ação laxante. As saponinas, mucilagem, ligninia, mais de 20 minerais (calcio, magnésio, potássio, fósforo, etc...) vitaminas A,B1,B2,B6, B9, B12, colina etc...

O Aloe vera é uma planta utilizada para diversos fins medicinais há muitos anos. Geralmente, é utilizada para problemas relacionados com a pele : acne, queimaduras, psoríase, hanseníase etc. Pesquisadores encontraram relatos do uso desta planta entre civilizações antigas como os egípcios, gregos, chineses, macedônios, japoneses e mesmo citações na Bíblia.

É um poderoso regenerador e antioxidante natural. A esta planta são reconhecidas propriedades antibacteriana, cicatrizante,capacidade de reidratar o tecido capilar e fechar cutículas dos cabelos ou na pele danificado por queimaduras.A babosa aplicada sobre uma queimadura ajuda rapidamente a retirar a dor, pelo seu efeito reidratante e calmante. Pelo mesmo efeito rehidratante lentamente irá reparando o tecido queimado, curando desta forma a queimadura. A babosa tem poder de reter água para se manter o tempo todo bem hidratada, mesmo sob o calor produzido pelo sol escaldante do deserto. Aloe vera é um excelente nutriente, com importantes  proteínas, vitaminas e minerais. Com sua constituição química, permite a penetração na pele e, assim leva importantes nutrientes para as células vivas. Indicação:infecções, inflamações, constipação ...

Contém várias enzimas cujas atividades não são totalmente compreendidas.


A Aloe vera também pode ser utilizada para se regular o trânsito intestinal, sendo muito utilizada para casos de intestino preso e baixa absorção de nutrientes.
Parte usada: sumo mucilaginoso das folhas.

Toxidade; pode causar nefrite em crianças quando usada oralmente, também causa retenção de líquido  e congestão dos orgãos abdominais.

Contraindicação: gravidez, pacientes com problemas renais.


quinta-feira, 7 de março de 2013

A ERVA GUACO



Por Rosangela Vecchi Bittar


Nome científico: Mikania Glomerata, Sprengel.

Família: Compositae

Nomes populares: guaco, guaco de cheiro, cipó catinga, erva de cobra, erva de sapo. 

É rica em cumarina e seus derivados. Outros constituintes químicos são: taninos, flavonoides, saponinas. 

É relaxante da musculatura lisa respiratória, tem ação anti-inflamatória, antiedematosa. Seus óleos essenciais conferem ação expectorante e antisséptica. 

Indicações: dores reumáticas, bronco-dilatador, antitussígeno, expectorante.  

Partes usadas: folhas

Modo de usar: no tratamento de dores nevrálgicas e reumáticas pode-se fazer fricção com as folhas, fazer compressas ou usar como pomada. Também fazer xarope ou chá de suas folhas.


domingo, 30 de setembro de 2012

As propriedades do Açafrão

Autora Rosangela Vecchi Bittar

Familia: Iridáceas
Nome Científico: Crocus sativus L
Partes usadas: Estigmas da flor.
Características: Planta herbácea, bulbosa. Folhas compridas, arroxeadas. Flor amarela ou vermelha. Os estigmas dessecados fornecem o “açafrão” conhecido no comércio, e que é uma matéria amarela usada como corante e condimento. Crocus sativus é o açafrão verdadeiro, uma planta caríssima, pois, para termos 1 quilo, precisamos de 100 mil flores. Usado há séculos em molhos, arroz e aves. O açafrão é uma planta bulbosa de flor lilás. A cor amarela dos cozinhados resulta do corante contido nos estigmas.
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Uso doméstico: É utilizado para dar uma coloração amarelada ao arroz e em sopas e massas e na indústria alimentícia como condimento, corante natural e aromatizante. Usada principalmente na elaboração de risotos, paella, sopa de peixe e bacalhau à espanhola.

Uso medicinal:Os estigmas encerram propriedades emenagogas, antiespasmódicas, eupépticas, sedativas. São empregados nos casos de asma, coqueluche, histeria, bem como contra os cálculos dos rins, do fígado e da bexiga. Oito a dez estigmas, em infusão, são suficientes para um chá. Para combater as hemorróidas, aplicam-se cataplasmas quentes, preparados com o infuso desta planta (três gramas para uma xícara de água).
Consumo desaconselhável para mulheres grávidas.

Dicas de Cultivo:Prefere solos argilo-arenosos e férteis, porém propaga-se em diversos tipos de solo. Necessita de meia-sombra ou iluminação plena. O plantio pode ser feito por sementes (importadas) em sementeiras devem ser transplantadas quando tiverem em torno de 10 a 15 cm de altura. Pode-se também propaga-la por meio de estacas ou divisão de touceiras (na primavera ou outono). A colheita é feita após 2 anos, na floração.

Princípios Ativos:Princípios amargos (crocina e picrocina) e 1 óleo essencial.

Propriedades: É digestivo, aperitivo, carminativo, antiespasmódico e emenagogo.

Benefícios do açafrão:Combate a tosse causada pela bronquite crônica, ansiedade, insônia. A curcumina, encontrada no açafrão e traz benefícios à saúde. Ela constitui apenas 3% a 5% do açafrão, mas esse pouquinho já representa um grande impacto positivo à saúde. O consumo de açafrão pode ajudar a retardar o processo de envelhecimento e promover rejuvenescimento em todo o organismo, inclusive na pele. Por dia devem ser consumidos em média 8 g de açafrão da terra. Apresenta-se como poderoso antioxidante e antiinflamatório; protege o fígado; amplia os benefícios terapêuticos quando usada em conjunto com peixes de águas geladas ou óleo de peixe (ricos em ácidos graxos essenciais ômega-3).

Toxicologia: Em doses altas é tóxico, abortivo e produz graves transtornos nervosos e renais.

História
É pelo menos tão antigo como a escrita, conforme consta de registos de tempos muito anteriores à nossa era. Da China ao Egipto, da Grécia a Roma, o açafrão sempre foi apreciado pelo seu aroma requintado e propriedades medicinais. Zeus, deus dos deuses da antiga Grécia, dominado por insaciáveis apetites sexuais, chegou a dormir num colchão forrado com açafrão, na esperança de que a odorífera planta lhe exaltasse as paixões. A planta surgiu fruto do sangue derramado do jovem Crocus, assassinado involuntariamente por Hermes, deus do comércio e dos ladrões.

De perfume e sabor requintados, utilizada também, desde tempos remotos, como remédio e pigmento. Por fatalidade ou não, o certo é que Henrique VIII, apreciador da especiaria, mas acima de tudo da ordem no seu reino, mandava para a forca quem fosse apanhado a falsificar açafrão.

Embora não sendo uma especiaria emblemática de nenhuma receita tradicional portuguesa, como o é da paelha, do «risotto» à milanesa, da «bouillabaisse» (equivalente francesa da nossa caldeirada de peixe) ou dos bolos de açafrão, muito populares nos países nórdicos, o açafrão está presente em várias receitas de arroz, de fogaças e sobretudo na sopa de peixe.

O primeiro produtor mundial é a Espanha, nomeadamente a região da Mancha. França, na região do Vaucluse, Grécia e Itália, com climas semelhantes ao nosso, também cultivam açafrão.

Por aqui,confunde-se frequentemente açafrão com curcuma, conhecida por açafrão-das-Índias, produto que se popularizou nos últimos 30 anos, à venda em todos os supermercados por um preço irrisório, quando comparado com o do açafrão - este apenas é vendido em mercearias finas e em alguns hipermercados.

Se se pensar que são necessárias mais de 200 mil flores para se obter 1 kg de açafrão e que a colheita, efetuada entre Outubro e Novembro, é inteiramente feita à mão, o mesmo acontecendo com a monda (operação que consiste em separar os estigmas da flor), percebe-se por que motivo os preços do açafrão são muitas vezes comparados aos do ouro.

Deve o seu nome à palavra árabe «az-za'afran» - em latim medieval evoluiu para «safranum» - e foi precisamente pela via árabe que o açafrão penetrou na Península Ibérica. Os árabes tanto utilizavam o açafrão na cozinha - ainda hoje tomam café com cardamomo e açafrão - como na medicina, graças às suas propriedades anestésicas e anti-espasmódicas. Mas uma das primeiras referências históricas provém de um texto egípcio escrito cerca de 1500 a.C., que refere o cultivo de açafrão em Luxor no Egito.

Sabe-se, por exemplo, que os fenícios tinham a tradição de passar a noite de núpcias em lençóis coloridos com açafrão e que os gregos antigos, além de o utilizarem para combater as insônias e curar as ressacas, o consideravam um afrodisíaco poderoso, quando misturado no banho.

Hipócrates, o pai da medicina, descreve-o como um medicamento e Celsus, na Roma pré-cristã, utilizava o açafrão na composição de vários medicamentos contra as dores, a letargia, as cataratas e os venenos.

Uma referência ainda mais distante, um livro de medicina chinesa datado de 2600 a.C., considera o açafrão um fortificante e estimulante sexual.

Só depois da II Guerra, com o incremento do turismo e a globalização dos hábitos, o açafrão reconquistou o seu lugar na culinária dos países não produtores.

Um um sabor difícil de definir: ligeiramente acre, quente, como muitas especiarias orientais, e fresco, como se proviesse do mar.

Rosangela Vecchi Bittar
Terapeuta Floral com título de Especialista em Terapia c/Essências Florais pela Universidade Federal de Pernambuco UFPE
Professora - Pesquisadora - Reiki Master - Aromaterapeuta

Colaboradora e Coordenadora de Práticas Integrativas e Complementares da Associação Brasileira de Alzheimer
Terapeuta floral voluntária da Oncologia do Hospital das Clínicas da UFPE consultas gratuitas para pacientes com câncer
do Hospital e seus familiares. Agendamento na Recepção da Oncologia no terceiro andar do Hospital.

Consultas via skype rosangelaflorais agendada pelo email: rosangela.bittar@globo.com
são pagas.

Consultas presenciais no Consultório particular na Rua Padre Bernardino Pessoa, 633, na lateral do Colégio Santa Maria
na Boa Viagem Recife Pernambuco AGENDE PELO TELEFONE; (81)8843-0584

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Os Benefícios das Essências Florais de Bach no Alzheimer editora Laços SP em lançamento disponivel nos seguintes locais:
www.livrariacultura.com.br e Livraria Saraiva
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Janeiro Rua Barão de Guaratiba, 29 Glória tel. (21) 2285-8865
Em Salvador na Holambras Saude e Autoconhecimento Rua das Dálias, 493 Pituba
Tel. (71) 3451-1936 e (71) 4141-0701

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Ebooks disponíveis no site rosangelavbittar.com.br
Uso prático da Terapia Floral na Obesidade
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

IPÊ

Ipê
POR Rosangela Vecchi Bittar

Nome botânico: Tabebuia spp.
Usar parte interna da casa seca.


Usado por povos nativos da América do Sul tupis, incas para uma série de problemas como ferimentos, febre, disenteria, inflamação dos intestinos, certos tipos de câncer.

Indicações:

Importante antibiótico natural contra infecções bacterianas e virais, na boca e garganta.

Anti-inflamatório: reduz e alivia inflamações estomacais e intestinais.

Infecções por fungos: usado para infecções fungicas, incluindo micose, corrimento, candidíase.

Acredita-se na medicina popular que o Ipê ajude no tratamento do câncer, inclusive leucemia. Os componentes desta erva combatem o crescimento de tumores.

Modo de usar: Decocção uma xícara três vezes ao dia.
Pode ser feita pomada e tintura.

Rosangela Vecchi Bittar
Terapeuta Floral com título de Especialista em Terapia c/Essências Florais pela Universidade Federal de Pernambuco UFPE
Professora - Pesquisadora - Reiki Master - Aromaterapeuta

Coordenadora de Práticas Integrativas e Complementares da Associação Brasileira de Alzheimer
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domingo, 4 de março de 2012

A Melissa e suas similitudes REVISTO

por Rosangela Vecchi Bittar
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Também conhecida como erva cidreira, já conhecida dos antigos romanos, manteve
sua fama de remédio eficaz através dos tempos. Hoje, no Brasil, ela é conhecida
como um dos mais sérios e eficazes remédios caseiros. Suas folhas - verdes ou
secas, inteiras ou maceradas, cruas ou cozidas - são usadas para os mais variados problemas, desde uma simples dor de dente até uma séria crise de melancolia.

Conhecida popularmente como erva-cidreira, melissa romana ou chá da França, Melissa officinalis é comumente confundida com outra erva, também medicinal. Diz a lenda que a melissa recebeu este nome em homenagem à ninfa grega Melona (em grego "Mellona"), protetora das abelhas. E a relação da planta com as abelhas é realmente muito interessante: na primavera, quando nascem várias rainhas numa mesma colméia, o enxame se divide em vários menores e cada um sai em busca de uma nova colméia.
Como a melissa tem o poder de atrair as abelhas, povos antigos colocavam suas folhas frescas trituradas em colméias vazias para atrair os enxames que estavam migrando.A melissa é uma planta da família das Labiadas, arbustiva e pode atingir de 20 a 80 cm de altura. Os caules, ramificados a partir da base, formam touceiras. As folhas são de um verde intenso na parte superior e verde-claro na parte inferior. As flores, quando surgem, são brancas ou amareladas, podendo se tornar rosadas com o passar do tempo. Toda a planta emana um odor semelhante ao do limão, que torna-se mais intenso depois que a planta seca. Sempre se acreditou nos poderes calmantes da melissa.

É anti-espasmódica, tônica do sistema nervoso, ótima para insônia, combate agitações dos nervos, histerismo e dores de cabeça de origem nervosa. Usa-se a melissa nas digestões difíceis, enxaqueca, falta de apetite, indigestões, prisão de ventre e gases intestinais.

A Melissa (melissa officinalis) é objeto deste artigo pertence a família botânica das labiaceae ou labiadas, mas cabe falar das outras espécies a Cidreira propriamente dita que corresponde a Lipia Alba a espécie Lippia alba (Mill.) N. E. Brown pertencente à família Verbenaceae, é um arbusto aromático, cujo aroma está relacionado aos constituintes predominantes nos óleos essenciais, os quais podem variar qualitativamente e quantitativamente, em função de diversos fatores, tais como: estações do ano, época de floração, idade da planta, quantidade de água circulante, resultante da precipitação, fatores geográficos e climáticos (Corrêa, 1992; Matos, 1998; Tavares et al., 2005). Além de ações antimicrobianas outras propriedades têm sido atribuídas a L. alba quando utilizada na forma de chás, macerada em compressa e banhos. Entre as propriedades atribuídas a espécie destaca-se as ações antiespasmódica, antipirética, antiinflamatória, enemagoga, diaforética, analgésica e sedativa. Tais propriedades devem-se aos seus constituintes ativos, dentre eles o óleo essencial.

O Capim Santo (Cymbopogom citratus) da família botânica das poaceae (gramínea) do gênero Cymbopogon é chamado também pela população de cidreira e é dela se faz o conhecido óleo essencial de Lemongrass cujas qualidades são antiséptico, relaxante, refrescante, aumenta a concentração., devolve a energia. Tranqüiliza crianças agitadas. Elimina o cansaço, relaxante.

As três espécies citadas são pupularmente são confundidas como erva cidreira pelas qualidades similares e odor também parecido quando fervido para chás.

A Melissa é a planta dos ansiosos, dos que acham que são indispensáveis, mas que no fundo sentem que fazem tudo compulsivamente para os outros por medo de perder. Essas pessoas tendem a se tornarem cobradores profissionais, e tudo que acham que o outro ( filhos, marido) deveria dar de volta por gratidão e não dá ou não consegue dar se torna motivo de cobrança , angústia , depressão e insônia.

A Melissa é tida como um remédio eficiente no tratamento de doenças nervosas,
como a histeria, a melancolia e a hipocondria. Quem adquire o hábito de tomar chá dessa planta certamente se livra de um outro hábito: o de tomar muitos e diferentes remédios para as doenças que tem ou que imagina ter. E nem se pode estranhar que isso aconteça, pois, sozinha, a erva em questão vale por uma prateleira de farmácia. Além de ser um calmante eficiente, ela é um antiespasmódico vigoroso. Por isso, é indicada para as dores de cabeça (inclusive as enxaquecas), para os problemas gástricos e para as cólicas menstruais. Mas não é só como chá que a planta é usada de maneira satisfatória. Suas folhas verdes, maceradas e aplicadas como cataplasma frio sobre os olhos, descongestionam as pálpebras e melhoram as conjuntivites.

Cozidas, essas folhas podem ser usadas em bochechos para acalmar as dores de dente e desinflamar as gengivas. As folhas amassadas em água e sal ajudam a diminuir o inchaço causado pela caxumba. Fora isso, a erva-cidreira (lippia alba) é o principal elemento da água de melissa, uma conhecida receita das irmãs carmelitas. Essa água, que é um poderoso descongestionante pode ser feita em casa.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A Citronela no Verão espantando a Dengue!

Por Rosangela V.Bittar

Nomes populares e científicos: citronela-de-java (Cymbopogon winterianus) e citronela-do-ceilão (Cymbopogon nardus)
Família: Gramíneas
Clima: tropical
Solo para plantio: não é muito exigente, mas recomenda-se plantio em solo fértil e úmido.
Luminosidade: exige sol pleno, a planta não vai bem à sombra ou meia-sombra
Propagação: divisão de touceiras, em qualquer época do ano.
Regas: quando não há chuvas, regar 4 vezes por semana.
Espaçamento para plantio: 1 metro entre as mudas

A citronela é uma planta aromática que ficou bem conhecida por fornecer matéria-prima (óleo essencial) para a fabricação de repelentes contra mosquitos e borrachudos. Considerado um ótimo repelente, o óleo da citronela é rico geraniol e citronelal. Plantado no jardim epele insetos e seu aroma se propaga pelo vento matendo os mosquitos afastados, o que é ótimo pois afasta o mosquito da DENGUE que maltrata a população principalmente no Verão.

Já pensaram jardins de citronela expulsando a infestação do mosquito da dengue?

Uma outra forma bastante fácil de aproveitar o poder repelente da planta é fazer um chá com as folhas da planta e usá-lo para limpar o chão, passar em parapeitos de janelas, etc. Velas, cremes e loções. Plante citronela!

domingo, 22 de janeiro de 2012

A Carqueja

por Rosangela V.Bittar
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CARQUEJA - ( Baccharis triptera)

USO MEDICINAL
É ótima para afecções hepáticas, reumatismo , diarréias , cálculos biliares , inflamações das vias urinárias , má digestão, para promover o equilíbrio e o funcionamento de fígado, pâncreas e baço. É também boa para diabetes, é emagrecedora, promove a rápida desintoxicação do fígado no caso de ingestão demasiada de bebidas alcóolicas. Combate a anemia, e a inapetência em convalescentes.

A Carqueja pode ser usada por aqueles que "engolem sapos". Equilibra a agressividade.Traz de volta nossas defesas, e nossa vontade de não sermos passados para traz nem ofendidos e magoados injustamente.Desperta as metas e a vontade de trabalhar e construir coisas.Atua nos muito carentes, que sempre precisam de um suporte dos outros para realizar coisas para si próprios.A Carqueja pode ser usada em Tintura mãe, que ameniza muito o seu sabor amargo.

Rosangela Vecchi Bittar
Terapeuta Floral com título de Especialista em Terapia c/Essências Florais pela Universidade Federal de Pernambuco UFPE
Professora - Pesquisadora - Reiki Master - Aromaterapeuta
Coordenadora de Práticas Integrativas e Complementares da Associação Brasileira de Alzheimer e terapeuta floral voluntária da Oncologia do Hospital das Clínicas da UFPE
Publicações/livros:
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na Farmácia Sunflower que fica na Rua Bernardino Pessoa, 633 Boa Viagem Recife
www.editoralacos.com.br
www.livrariacultura.com.br
em breve no site da Saraiva
e na Loja do Shopping Recife
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Ebook: Uso prático da Terapia Floral na Obesidade: O cuidado integral através do uso das Essências Florais site: www.viaebooks.com.br

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Plantas Medicinais Letra C

por Rosangela V.Bittar
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CABELO DE MILHO – Zea mayds – Diurético, inchaço nas pernas (gravidez), nefrite, cálculos renais e inflamação na bexiga.
CACTO – Cactus grandiflorus – Diurético e remineralizante.
CAFÉ – Coffea arabica – Diurético, digestivo e estimulante.
CAJUEIRO – Anacardium orientale – Amigdalites, inflamações da garganta e gengiva.
CALENDULA – Calendula officinalis – Cicatrização, antiinflamatório e antisséptico.
CAMBARÁ – Lantana cambara – Balsâmico, expectorante e antiespasmódico.
CANA DO BREJO – Costus spicatus – Cálculos renais, diurético, depurativo. CANELA CANELA DA CHINA – Cinnamomum cassia – Estimulante do apetite e circulação.
SASSAFRÁS – Sassafras sp. – Erupções cutâneas, sudorífico e diurético.
CAPIM CIDRÃO – Cymbopogum citratus – Aromático, digestivo, carminativo e ansiolítico.
CAPUCHINHA – Cicatrizante.
CARDO MARINHO – Carduus marianus – Digestivo, aumenta o apetite e hepato-protetor.
CARDO SANTO – Cninus benedictus – Estimulante do apetite, tônico amargo, estomacal e febrífugo.
CAROBINHA – Jacaranda caroba – Diurético, auxilia no tratamento de doenças venéreas, cicatrizante.
CARQUEJA – Baccharis trimera – Estimulante estomacal e hepato-protetor.
CARVALIHA-DO-MAR – Teucrium marum verum – Vermífugo.
CASCA D’ANTA – Drimys winteri – Diurético, estomáquico, anemia, fraqueza, diarréia e dispepsias.
CÁSCARA SAGRADA – Rhamnus purshiana – Estomacal, laxativo, (uso prolongado), purgativo.
CASSAU – Aristoloquia cymbifera – Restabelece o fluxo menstrual, estimulante, tônico e diurético.
CASTANHA DA INDIA – Aesculus hippocastanum – Antihemorroidal, varizes, flebites varicosas.
CATINGA DE MULATA – Tanacetum vulgare – Tônica, estimulante e anti-helmíntica.
CATUABA – Erythroxylon catuaba – Tônico, estimulante, afrodisíaco e impotência
CAVALINHA – Equisetum arvensis - Remineralizante, diurético, hemostático e epistase.
CEBOLA – Allium cepa – Doenças cardíacas, efeito antibiótico e vermífugo.
CELIDONIA – Chellidonium majus – Artrite, gota e hidropisia.
CENTELLA ASIATICA – Hydrocotile asiatica – Afecções cutâneas, e antiinflamatório
de uso periférico.
CEREJA- Afrodisíaco
CHÁ DE BUGRE – Cordia ecaliculata – Antidiarréico e antireumático.
CAMOMILA – Matricaria chamomilla – Antiflatulento, antiespasmódico, cefaléias e sedativo.
CHAPEU DE COURO – Echinodorus macrophyllum – Doenças renais, reumáticas e afecções hepáticas.
CHLORELLA – Chlorella pyrenoidosa – Remineralizante e protéico.
CIPÓ AZOUGE – Apodanthera smilacifolia – Depurativo, anti-sifilítico, feridas e herpes.
CIPÓ CABELUDO – Mikania hisurtissima – Antialbuminúrico, diurético e afecções urinárias.
CIPÓ DE SÃO JOÃO – Pyrostegia venusta – Tônica e antidiarréica.
CIPÓ SUMA – Anchieta salutaris – Depurativo, excita a salivação, furúnculos e herpes.
CIRTOPODIO – Cyrtopodium punctatum – Promove o dreno de furúnculos, abcessos e acnes.
CONFREI – Symphytum officinalis – Cicatrizante, antiinflamatório e úlcera estomacal.
CORDÃO DE FRADE – Leonotis nepetaefolia – Anemia, fraqueza geral, balsâmico e expectorante.
CRATAEGOS – Crataegus oxyacantha – Tônico cardíaco, sedativo, e cardio vascular.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Plantas Medicinais A e B

Plantas Medicinais A e B
por Rosangela Vecchi Bittar

Abaixo descrevemos algumas plantas medicinais com seu valor terapêutico resumido.
As mesmas podem ser usadas na forma de cha, tintura e banhos.


ABACATEIRO – Persea gratissima – Diurético, ativa a excreção biliar, regulariza o fluxo menstrual, carminativa e antiséptico das vias respiratórias.

ABUTUA – Chodrodendron platyphyllus – Afecções renais, inflamações na bexiga.

ACEROLA – Fonte de vitamina C, indicado na gripe e resfriado.

ACONITO – Aconitum napellus – Empregado na gripe, corisa e laringite.

AGAR AGAR – Gelidium corneum – Laxativo, inibidor do apetite e protéico.

AGONIADA – Plumeria lanciflora – Inflamações do útero e cólicas menstruais.

AGRIÃO – Nasturtium officinalis – Expectorante, descongestionante das vias respiratórias, tosse e bronquite.

ALCACHOFRA – Cynara scolymus – Diminui o colesterol, colerético e ativa a
excreção biliar.

ALCAÇUZ – Periandra mediterrânea – Estomáquico, béquico e descongestionante
das vias respiratórias, úlceras pépticas, dor de garganta e tosse.

ALECRIM – Rosmarinus officinalis – Dispepsias, esgotamento físico e mental.

ALFACE – Lactuca sativa – Irritações do intestino, afecções da pele e
insônia, emoliente.

ALFAFA – Medicago sativa – Protéico, alto valor nutritivo, convalescenças
e aumenta a lactação.

ALFAVACA – Ocimum basilicum – Bronquites, tosses, gripes e antiespasmódico.

ALFAZEMA – Lavandula officinalis – Hipnagogo, leucorreia, enjôos,
vertigens e diurético.

ALGAS MARINHAS – Macrocystis pyrifere – Regimes de emagrecimento
(supre vitaminas,iodo e sais minerais).

ALGODOEIRO – Gossipium herbaceum – Regulariza o fluxo menstrual,
hemostático e dismenirréia.

ALHO – Allium sativum – Doenças cardíacas, efeito antibiótico e vermífugo.

AMOR DO CAMPO – Triunfetta semitribola – Afecções urinárias, emoliente e adstrigente.

AMORA – Morus nigra – Amigdalites, inflamações da boca e garganta.

ANANAS SELVAGEM – Ananas sativus – Diurético e tosse catarral.

ANGELICA - Angelica archangelica – Anorexia nervosa, tônica e estomáquica
e diminui a acidez estomacal.

ANGICO VERMELHO – Piptadenea colubrina – Hemostático, tônico, bronquite e leucorréia.

ANIZ ESTRELADO – Anizum stelatum – Carminativo, estimulante, estomáquico
e digestivo.

ARNICA DO CAMPO – Solidago microglossa – Cicatrização e traumas causados
por pancada.

ARNICA – Arnica montana – Cicatrização e traumas causados por pancada.

AROEIRA – Schinus terebinthifolius – Balsâmico, depurativo e febrífugo.

ARTEMISIA – Artemisia absinthium – Atonia uterina, regulariza o fluxo
menstrual, antiespasmódico, cólicas menstruais e ativa a circulação.

ASSAPEIXE – Vernonia polyantha – Cálculos renais, bronquite e tosse
crônica.

AVENA – Avena sativa – Remineralizante, aumenta a lactação, tônico
reconstituinte
nervoso e nutritiva.

AVENCA – Adianthus capillus – Rouquidão, eliminação do catarro e
sedativo da tosse.

BABOSA – Aloe vera – Queimaduras, contusões, queda de cabelo e
tônico estomacal.

BÁLSAMO: Gastrite.

BANCHA – Thea sinensis – Estimulante digestivo.

BARBATIMÃO – Stryphnodendron barbatimão – Adstrigente, cicatrizante e leucorreia.

BARDANA – Arcthium lappa – Depurativo eficaz, infestações acnéicas e gota úrica.

BATATA PURGA – Exogonium purga – Laxante e purgativo.

BERINGELA – Solanum melongena – Hipoglicemiante e diminui o colesterol.

BETERRABA – Beta vulgaris – Auxilia na Digestão.

BÉTULA – Betula alba – Diurético, depurativo, colerético e sudorífico.

BOLDO DO CHILE – Pneumus boldus – Colerético, digestivo, elimina uréia e
hepato-protetor.

Rosangela Vecchi Bittar
Terapeuta Floral com título de Especialista em Terapia c/Essências Florais pela Universidade Federal de Pernambuco UFPE
Professora - Pesquisadora - Reiki Master - Aromaterapeuta
Coordenadora de Práticas Integrativas e Complementares da Associação Brasileira de Alzheimer e terapeuta floral voluntária da Oncologia do Hospital das Clínicas da UFPE
Publicações/livros:
Os Benefícios das Essências Florais de Bach no Alzheimer editora Laços SP em lançamento e Ebook: Uso prático da Terapia Floral na Obesidade: O cuidado integral através do uso das Essências Florais
Cursos e Palestras - Atendimento em Recife - PE
E-mail rosangela.bittar@globo.com Contato: (81)8843-0584

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O Uso do Gengibre


O Uso do Gengibre
Por Rosangela Vecchi Bittar
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O Gengibre é uma planta cuja raiz é utilizada como alimento termogênico têm sido indicado os regimes alimentares por acelerar o meabolismo, bom para estados gripais, problemas de garganta, como condimento para alimentos como tempero (peixadas, moquecas, etc., frango) e em bebidas.

A planta pertencente a família botânica da Zingiberaceae tem como nome botânico: Zingiber officinale é oriundo da Índia, Jamaica, África, China, Filipinas, Haiti também encontrado no Brasil.

O chá do gengibre é bom para câimbras, enjôos, indigestão, gripes e resfriados, adicionar mel e limão.

Para se fazer o óleo essencial usa-se a raiz pelo método de destilação tem mo constituintes químicos borneol, citral, cineol, limoneno,felandreno, canfeno, zingibereno, álcoois ssquiterpenóides, gingerol, gingerona.

É um remédio antigo seu nome deriva do sânscrito grinavera que significa em forma de chifre, isto em referência ao formato das raízes. Zingibar é o nome antigo usado pelos romanos e gregos. O gengibre é mencionado por Dioscorides e Hipócrates pelas suas qualidades aquecedoras e digestivas. Os romanos o usavam principalmente na culinária. Na Medicina chinesa como erva aquecedora para os pulmões e intestinos. Na Idade Média era um aromatizador de pratos.

Qualidades terapêuticas: carminativo, estimulante, rubefaciente, estomacal, anti-séptico, tônico, catalisador, febrífugo, analgésico, anti-escorbuto (doença que ocorre por insuficiência de vit.C), sudorífero, expectorante, estimulante do apetite, afrodisíaco.

No corpo:
Sistema digestivo é bom para: flatulência, dispepsia, cólicas, náuseas, enjôo de viagem, vômitos e diarréia. Aquece e estimula os intestinos e estomago. Sistema respiratório: estimula os pulmões a expelir catarro e ao sistema imunológico. Os chineses consideram remédio para aquecer e secar os pulmões, portanto bom para os estados de excesso de umidade. Indicado para problemas nas articulações, dores, gota, problemas de coluna, câimbras, sensação de frio e nos casos de menstruação atrasada. Estimula a circulação, alivia angina, acredita-se que auxilie a reduzir colesterol e varizes.

Nos casos de impotência o óleo de gengibre deve ser misturado ao óleo de canela, coentro e alecrim. No pós-parto ajuda a dissolver coágulos remanescentes. Também o óleo de gengibre aguça os sentidos.

Na pele trata contusões, espinhas e feridas.

O óleo essencial misturado ao um óleo carreador como semente de uvas, girassol, amêndoas doces ou outro de sua escolha para uso em massagens, esfregar no peito no
caso de gripe e resfriado. Usar localmente no caso de dores também podem ser feitas compressas quentes. Nos problemas digestivos ou menstruais aplicar sob o abdômen. Nos problemas respiratórios pode ser usado em massagem ou em infusor ambiental etc.

Na mente: aguça os sentidos, estimula a memória, reanima indicado para fadiga, estimula e equilibra.

Precaução: pode irritar peles sensíveis.

Rosangela Vecchi Bittar
Especialista em Terapia Floral pela UFPE, Aromaterapeuta, Mestre em Reiki.
Professora, escritora, terapeuta, palestrante.
Coordenadora das Práticas Integrativas e Complementares da
Associação Brasileira de Alzheimer ABRAz– Regional Pernambuco
Terapeuta Floral Voluntária da Oncologia do Hospital das Clínicas da UFPE
Cursos de 2008 a jan 2013
Trabalho em grupos de apoio.
Consultas presenciais em Boa Viagem - Pe
Contato: (81)8843-0584 e Consultas pela Internet: via Skype: rosangelaflorais
E-mail rosangela.bittar@globo.com

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

BOLDO



Por Rosangela Vecchi Bittar
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O Boldo aqui tratado pertence a família botânica da Monimiaceae com nome científico Pnemus boldus molina conhecido popularmente como boldo do chile, boldo verdadeiro.
O efeito laxante do boldo é atribuído pela presença de resinas. O alcalóide como boldina, esparteína e isocoridina junto com seus flavonóides e o glicosídio boldoglucina tem ação protetora sobre a membrana dos hepatócritos. O óleo essencial rico em ascaridol, cineol, linalol, eugenol, e –cimeno em até 2%.

Indicações: dispepsias, afecções hepáticas, cálculos biliares, constipação e gases.

O boldo traz benefícios principalmente para o fígado. Ajuda-o a trabalhar melhor, e é ótimo para quem tem hepatite ou problemas freqüentes ligados ao fígado, como dor de cabeça, suores frios e mal estar. O boldo, tomado antes das refeições ajuda na digestão e nas funções do aparelho digestivo. É ótimo para quem tem intestino preso, cálculos biliares e gastrite. Também é muito bom para insônia.

O boldo é a erva da paz. Ele é ótimo para os ansiosos, apressados, que se cobram muito, que não conseguem dormir pensando nos problemas do dia seguinte. Traz paz de espírito e longevidade. Trabalha com a nossa noção de tempo físico e com a pressa, e a sensação de que não temos tempo para nada. Organiza o ideal.

Usar as folhas em infusão duas folhas para uma xícara de água fervente.

Advertência: altas doses podem provocar irritação renal, vômitos e diarréia como também provocar convulsões.

OUTROS USOS
O escalda pés acalma e dá um sono tranqüilo. Os banhos de macerado de boldo ajudam a acalmar crianças e adultos. Esses mesmos banhos são ótimos para cuidar de neuróticos e doentes mentais agressivos. Uma compressa de folhas de boldo piladas em pasta, colocadas no chacra coronário, limpa-o e nos abre para as mensagens do cosmos. Essa mesma compressa no coração alivia angústia.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Conceitos Básicos Fitoterapia


CONCEITOS BÁSICOS EM FITOTERAPIA
por Rosangela Vecchi Bittar
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• ADJUVANTE: Substância de origem natural ou sintética adicionada ao medicamento com a finalidade de prevenir alterações, corrigir e/ou melhorar as características organolépticas, biofarmacotécnicas e tecnológicas do medicamento.
• BALSÂMICO: Agente que combate a inflamação das mucosas respiratórias.
• BÉQUICO: Substância que combate a tosse.
• CARMINATIVO: Agente que favorece e provoca a expulsão de gases intestinal.
• CATÁRTICO: Purgante mais enérgico que o laxante e menos drástico.
• COLAGOGA: Agente Substância que provoca e favorece a expulsão da bílis.
• COLERÉTICA: Agente Substância que aumenta a produção de bílis.
• DERIVADO DE DROGA VEGETAL: Produtos de extração da matéria prima vegetal: extrato, tintura, óleo, cera, exsudato, suco, e outros.
• DIAFORÉTICO: Agente Que provoca ou favorece a sudorese.
• DROGA VEGETAL: Planta ou suas partes, após processos de coleta, estabilização e secagem, podendo ser íntegra, rasurada, triturada ou pulverizada.
• EMENAGOGA: Agente Que restabelece o fluxo menstrual.
• EMOLIENTE: Agente Medicamento que alivia as dores de uma superfície interna e irritada
• ESTOMÁQUICO: Agente que estimula a atividade secretora do estômago.
• ETNOFARMACOLOGIA: Disciplina que estuda como as populações tradicionais interagem com as plantas e como as usa no tratamento de suas doenças.
• FÓRMULA FITOTERÁPICA: Relação quantitativa de todos os componentes de um medicamento fitoterápico.
• FÓRMULA MESTRA OU FÓRMULA PADRÃO: Documento ou grupo de documentos que especificam as matérias-primas e os materiais de embalagem com as suas quantidades, juntamente com a descrição dos procedimentos e precauções necessárias para a produção de determinada quantidade de produto terminado. Além disso, fornece instruções sobre o processamento, inclusive sobre os controles em processo.
• FITOFÁRMACO: Medicamento feito a partir de substância de origem vegetal, porém de forma isolada.
• FITOTERÁPICO: Medicamento obtido empregando-se exclusivamente matérias-primas ativas vegetais. É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade. Sua eficácia e segurança é validada através de levantamentos etnofarmacológicos de utilização, documentações tecnocientíficas em publicações ou ensaios clínicos fase 3. Não se considera medicamento fitoterápico aquele que, na sua composição, inclua substâncias ativas isoladas, de qualquer origem, nem as associações destas com extratos vegetais.
• MARCADOR: Componente ou classe de compostos químicos (ex: alcalóides, flavonóides, ácidos graxos, etc.) presente na matéria-prima vegetal, idealmente o próprio princípio ativo, e preferencialmente que tenha correlação com o efeito terapêutico, que é utilizado como referência no controle de qualidade da matéria-prima vegetal e dos medicamentos fitoterápicos.
• MATÉRIA PRIMA VEGETAL: Planta medicinal fresca, droga vegetal ou derivados de droga vegetal.
• MEDICAMENTO: Produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnósticos.
• NOMENCLATURA BOTÂNICA OFICIAL COMPLETA: Gênero, espécie, variedade, autor do binômio, família Nomenclatura botânica oficial: Gênero, espécie e autor.
• NOMENCLATURA BOTÂNICA: Gênero e espécie.
• PRINCÍPIO ATIVO DE MEDICAMENTO FITOTERÁPICO: Substância, ou classes químicas (ex: alcalóides, flavonóides, ácidos graxos, etc.), quimicamente caracterizada, cuja ação farmacológica é conhecida e responsável, total ou parcialmente, pelos efeitos terapêuticos do medicamento fitoterápico.
• MEDICAMENTO FITOTERÁPICO: Medicamento farmacêutico obtido por processos tecnologicamente adequados, empregando-se exclusivamente matérias-primas vegetais, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico. É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade. Não se considera medicamento fitoterápico aquele que, na sua composição, inclua substâncias ativas isoladas, de qualquer origem, nem as associações destas com extratos vegetais.
• MEDICAMENTO FITOTERÁPICO NOVO: Aquele cuja eficácia, segurança e qualidade, sejam comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro, podendo servir de referência para o registro de similares.
• MEDICAMENTO FITOTERÁPICO TRADICIONAL: Aquele elaborado a partir de planta medicinal de uso alicerçado na tradição popular, sem evidências, conhecidas ou informadas, de risco à saúde do usuário, cuja eficácia é validada através de levantamentos etnofarmacológicos e de utilização, documentações tecno-científicas ou publicações indexadas.
• MEDICAMENTO FITOTERÁPICO SIMILAR: Aquele que contém as mesmas matérias-primas vegetais, na mesma concentração de princípio ativo ou marcadores, utilizando a mesma via de administração, forma farmacêutica, posologia e indicação terapêutica de um medicamento fitoterápico considerado como referência.
• PEITORAL: Agente que cura doenças do aparelho respiratório.
• PLANTA MEDICINAL — Espécie vegetal designada pelo seu nome científico e/ou popular utilizada com finalidades terapêuticas.
• PRINCÍPIO ATIVO: Substância, ou grupo delas, quimicamente caracterizada, cuja ação farmacológica é conhecida e responsável, total ou parcialmente, pelos efeitos terapêuticos do medicamento fitoterápico.
• PRODUTO NATURAL: É toda substância encontrada na natureza (vegetal, mineral ou animal) de origem orgânica ou inorgânica, que pode ser utilizada diretamente ou processada pelo homem.
• REVULSIVO: Agente que provoca aumento do fluxo sanguíneo.
• RUBEFACIENTE: Agente que provoca vermelhidão.
• VULNERÁRIO: Agente que cura feridas, favorecendo a cicatrização.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

A Ginkgo biloba

Por Rosangela Vecchi Bittar

A Ginkgo biloba tem como nome científico: Ginkgo biloba L. pertence a família botânica das Ginkgoaceae. Nomes populares pelos quais também é conhecido:
ginkgo biloba, ginkgoácea, nogueira-do-japão. Ginkgo (alemão, holandês, inglês); ginkyio, icho e ginnan (chinês, japonês); árbol sagrado (espanhol); ginkgo biloba (francês); ginco (italiano); pakgor su (Singapura); ginko (sueco).

Chamada pelos japoneses pelo carinhoso nome de Yin-Kuo, fruto de prata, o Ginkgo Ginkgo biloba L.) considerado sagrado pelos budistas, sendo as suas árvores plantadas nas entradas de todos os templos.

Ginkgo biloba, é uma das árvores mais antigas que se tem notícia, com registros fósseis datando de mais de 250 milhões de anos atrás. Charles Darwin se referiu à ginko biloba como "fóssil vivo" e ilustrações da época dos dinossauros freqüentemente incluem árvores de ginkgo biloba.

Por um tempo, foi considerada extinta, mas redescoberta no século XVII no Japão. Sementes foram levadas para a Europa e mais tarde, para a América do Norte e hoje é possível encontrar árvores de ginkgo biloba no mundo inteiro. Uma das características da ginkgo biloba é sua extrema resistência a fatores ambientais adversos como poluição, pragas, poluição e até mesmo resistência à radioatividade. Por esse motivo, pode ser usada como decoração em áreas urbanas.

Descrita pela primeira vez pelo médico alemão, Engelbert Kaelmpter, por volta de 1690foi levada para a Europa somente no ano de 1727 sendo considerada como único fóssil vivo. O Ginkgo despertou o interesse de pesquisadores depois de resistir ao ataque aéreo da bomba atômica na cidade de Hiroshima, Japão, quando voltou a brotar sob as ruínas da cidade devastada. O Ginkgo, que faz parte do milenar arsenal terapêutico chinês, adapta-se muito bem às características urbanas e em clima temperado, não sendo exigente com os solos e resiste muito bem à poluição pesada, insetos, fungos, bactérias e vírus.

Propriedades medicinais: adstringente (folhas), antifungal, anti-helmíntica, antiblenorrágica, antiinflamatória, antioxidante, antiplaquetária, bactericida, béquica, cardiotônica, condicionante, demulcente, digestiva, estimulante da circulação periférica, fungicida, rejuvenescedora, revigorante, tônica, vasodilatadora periférica.

Indicações: prevenção de angiopatias; casos de ansiedade; deficiências auditivas; inibi o crescimento de bactérias; bronquite; ajuda a recuperar a capacidade intelectual , memória e concentração; nas isquemias; dores de cabeça e enxaquecas; envelhecimeto; eliminação de radicais livres; ativar o metabolismo energético; circulação arterial; circulação sangüínea; arritmias; digestão; energia sexual ; labirintite; membros inferiores (reduzir fadiga, artrite, cansaço e sensações de peso); microvarizes; processos vasculares degenerativos; ressaca alcoólica; rinite crônica; rouquidão; tratamento e prevenção de rugas; tonturas;tosse; asma; tuberculose; melhorar propriedades fluídicas do, diminuir a viscosidade do sangue; efetua vasodilatação.

O ginkgolídeo B (sintetizado em laboratório): evitar a rejeição de transplantes de órgãos e contra choques asmáticos e intoxicações.

Contra-indicações/cuidados: na forma de banhos ou massagem corporal por gestantes. Não em gravidez, em caso de deficiência hepática, problemas de coagulação. Possíveis interações com medicamentos anticoagulante. Não associe ao uso do alho e salgueiro.
Podem ocorrer efeitos colaterais, principalmente em casos de predisposição alérgica, que são: distúrbios gastrintestinais, transtornos circulatórios, queda da pressão arterial, cefaléia ou reações cutâneas. O uso em excesso pode causar dermatite, enxaquecas, diarréia e vômitos. O contato com a parte externa da semente e com a casca da árvore pode causar náuseas e dermatites de origem alérgica, por causa da presença de substâncias: ácido butanóico e o uruxiol.

Na medicina tradicional chinesa, as folhas de ginkgo biloba são usadas para combater vários problemas de saúde como asma, bronquite, problemas de perda de audição, tuberculose, deficiência circulatória, perda de memória, dor de estômago, problemas de pele, ansiedade entre outros.

Rosangela Vecchi Bittar
Terapeuta Especialista pela Universidade Federal de Pernambuco
Professora, Escritora ebook: Uso Prático da Terapia Floral na Obesidade
Disponível no site: http://www.viaebooks.com.br/noticias/promocao-ebook-terapia-floral-na-obesidade/
Pesquisadora com Terapia Floral - Mestre em Reiki
Aromaterapeuta - Cromoterapeuta
Coordenadora das Práticas Integrativas e Complementares da
Associação Brasileira de Alzheimer ABRAz– Regional Pernambuco.
Terapeuta Floral Voluntária da Oncologia do Hospital das Clínicas da UFPE
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